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por Sérgio da Costa Ramos
Vitória, agora, se escreve assim: Avaí. O returno é do azul e branco; o campeonato, ainda não. Mas a justiça começa a reconhecer o mérito da equipe que melhor jogou futebol em dois meses de disputa.
O 1 a 1 foi justo e equilibrado, há mais de ano um não consegue vencer o outro. Muito desfalcado – sem seus principais atacantes, Sávio, Vandinho e Leonardo –, o Avaí dominou o primeiro tempo – e perdeu. Com cinco minutos, jogou fora duas chances claríssimas, com Davi e Caio. Aí, o Figueirense entrou em campo e nos apresentou um velho conhecido: Fernandes. O craque alvinegro, há três meses fora dos gramados, vestiu a camisa do “Sobrenatural de Almeida” e dividiu, no chão, um cruzamento com dois indecisos zagueiros: gol do Figueira.
Como todas as “coisas” do Avaí, vitórias e títulos só chegam com muito sofrimento. E, ontem, por mérito de uma melhor campanha, o empate serviria como vitória. Daqui a dois mil anos, este Avaí x Figueira ressurgirá na memória inconsciente da cidade e os alvicelestes ainda lembrarão:
– E aquele clássico da Ressacada, hein? Quem não viu, não viveu! Abrimos o caminho para o bi!
Davi – de boa atuação na partida – empatou, de pênalti. Aí, foi administrar o tempo e suportar a paciência de defender o empate como vitória. (...)
Leia a crônica completa.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
A legítima crônica esportiva
A crônica do escritor Sérgio da Costa Ramos na edição de hoje do Diário Catarinense é especial para os torcedores do Avaí que acordaram classificados para a final do Catarinense 2010, após o empate de ontem (1 a 1, com sabor de vitória...), na Ressacada, diante do maior rival, o Figueirense. Com a categoria de sempre, Sérgio conta em detalhes como o nosso Avaí conquistou o título do returno numa legítima crônica esportiva em tons azul e branco, é verdade, mas sem desmerecer o time adversário. Leia abaixo um trecho da crônica.
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