Numa busca no Google, encontrei outras manchetes sobre o show:
Amy bebe apenas água no 1º show no Brasil; fãs criticam e aplaudem (Terra) Mesmo sem sinais de bebedeiras e cantando suas letras sem problemas, os espectadores reclamaram bastante. As acusações variaram entre o fato de que a cantora estaria usando playback e a de que a duração da apresentação teria sido muito curta.
No YouTube, já aparecem os primeiros vídeos da apresentação em Florianópolis, como este, postado por @ingasl, que mostra Amy Winehouse cantando “Rehab”, seu maior sucesso. Assista.
Fui ao show ontem e posso dizer o clima geral. Todos ficaram decepcionados por ter sido um show muito xoxo. Claro que todos vibraram muito com a execução dos grandes hits, ou quando Amy sorria esporadicamente, mas ao vê-la abandonar o palco diversas vezes ficamos um pouco perdidos. Ela realmente queria estar ali? Também foi claramente visto pelo público a falta de ensaio e comprometimento da cantora, que no término de cada música ia consultar o baixista (ela também esqueceu o nome dos intrumentistas de sopro e teve que perguntar para o mesmo). O set list foi mal calculado, com grande maioria de canções lentas, inapropriado para um público que já estava de pé, no calor, por mais de quatro horas. O grande acerto foi a performance da música The Boulevard of Broken Dreams, de Tony Bennet e não do Green Day, como a imprensa extrangeira divulgou. Quando a banda saiu do palco, no truque do falso bis, foram vaiados por cerca de um minuto, o que fez com que a banda retornasse rapidamente ao palco. No encerramento foram muito aplaudidos, mas ao finalizar com "You Know I`m No Good"e "Valerie", depois de tanto desânimo, quem não aplaudiria? O que contribuiu para a decepção da platéia foi o show incrível da cantora Janelle Monáe, que mesmo sendo desconhecida pelo grande público, conseguiu agitar a platéia. Com uma apresentação performática e energética, conquistou os espectadores por ter não só uma voz incrível, mas por demonstrar controle sobre as músicas. Uma performance tecnicamente impecável, porém sem perder em algum momento a alma. A abertura de Mayer Halthorne, artista que não era conhecido, foi extremamente simpática. Ótima maneira de começar um festival. Músicas agradáveis e fáceis de gostar foram botando o público no clima. Voltei para casa com muita vontade de conhecer mais os artistas que não conhecia do que relembrar a performance da que era fã. Acho que isso resume um pouco o sentimento relacionado ao show.
Fui ao show ontem e posso dizer o clima geral. Todos ficaram decepcionados por ter sido um show muito xoxo. Claro que todos vibraram muito com a execução dos grandes hits, ou quando Amy sorria esporadicamente, mas ao vê-la abandonar o palco diversas vezes ficamos um pouco perdidos. Ela realmente queria estar ali? Também foi claramente visto pelo público a falta de ensaio e comprometimento da cantora, que no término de cada música ia consultar o baixista (ela também esqueceu o nome dos intrumentistas de sopro e teve que perguntar para o mesmo). O set list foi mal calculado, com grande maioria de canções lentas, inapropriado para um público que já estava de pé, no calor, por mais de quatro horas. O grande acerto foi a performance da música The Boulevard of Broken Dreams, de Tony Bennet e não do Green Day, como a imprensa extrangeira divulgou. Quando a banda saiu do palco, no truque do falso bis, foram vaiados por cerca de um minuto, o que fez com que a banda retornasse rapidamente ao palco. No encerramento foram muito aplaudidos, mas ao finalizar com "You Know I`m No Good"e "Valerie", depois de tanto desânimo, quem não aplaudiria?
ResponderExcluirO que contribuiu para a decepção da platéia foi o show incrível da cantora Janelle Monáe, que mesmo sendo desconhecida pelo grande público, conseguiu agitar a platéia. Com uma apresentação performática e energética, conquistou os espectadores por ter não só uma voz incrível, mas por demonstrar controle sobre as músicas. Uma performance tecnicamente impecável, porém sem perder em algum momento a alma.
A abertura de Mayer Halthorne, artista que não era conhecido, foi extremamente simpática. Ótima maneira de começar um festival. Músicas agradáveis e fáceis de gostar foram botando o público no clima.
Voltei para casa com muita vontade de conhecer mais os artistas que não conhecia do que relembrar a performance da que era fã. Acho que isso resume um pouco o sentimento relacionado ao show.