Estreou ontem, no Canal Brasil, o premiado documentário Loki, que conta a trajetória de Arnaldo Dias Baptista, fundador (e gênio por trás) dos Mutantes, ao lado de Rita Lee e do irmão Sérgio Dias Baptista. Dirigido por Paulo Henrique Fontenelle, Loki reúne depoimentos de Arnaldo e de personagens importantes da música brasileira e um punhado de imagens históricas para recriar as fases distintas na vida de Arnaldo. Está tudo lá: a alegria e a criatividade no início dos Mutantes (apaixonado por Rita Lee, parte fundamental da Tropicália...), os abusos com LSD, a fase introspectiva pós-separação de Rita e pós-saída dos Mutantes, as gravações do clássico disco Loki? (um dos melhores da história da música brasileira), as “viagens interplanetárias”, a fama de louco, a queda da janela no hospício, o recomeço na vida e no amor em Juiz de Fora, a dedicação à pintura, o reconhecimento público de figuras como Kurt Cobain e Sean Lennon até os shows que reuniram parte dos Mutantes no ano passado. É um registro intenso e emocionante para quem conhece e também para quem ainda não conhece a obra de Arnaldo Baptista. Loki será exibido novamente pelo Canal Brasil hoje, às 18h.
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