Coluna Extra: Cotidiano
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quarta-feira, 5 de março de 2014

Dos altos do Morro da Cruz

A volta ao trabalho depois do feriado de Carnaval não poderia ter sido mais esquisita. Cheguei nesta quarta-feira (5) por volta das 9h ao prédio no Morro da Cruz onde ficam as redações do RIC Mais e do Notícias do Dia, além dos estúdios da Record News e da Rádio Record. Estava nublado, garoando.

Minha mesa fica perto da janela que dá para a entra ao prédio. Enquanto ajeitava minha mesa, reparei que o porteiro começou a olhar para o alto das torres de antenas de TV e rádio. Encuquei: "O que será que ele está olhando?". Olhei para a torce da Record News e nada. Virei a cabeça para o lado esquerdo e foi aí que vi: um sujeito de camisa verde sentado no alto da torre da antena que fica nas proximidades do mirante do Morro da Cruz. Tenso.

Como os fotógrafos do ND estavam fora da redação, improvisei: fiz um registro da janela com meu celular e outro, lá perto da torre, e que serviram para ilustrar Perto das 11h, PMs e bombeiros resolveram a situação e o homem desceu a torre, são e salvo - a história completa está no ND Online e no canal do Jornal do Meio-Dia, da RICTV Record, no RIC Mais.





Se o começo do dia foi cinza e tenso no Morro da Cruz, no final da tarde a paisagem da janela era outra completamente diferente. Cenário de alívio com mais uma espetacular pôr do Sol em Florianópolis, uma visão sempre encantada que temos a oportunidade de contemplar e registrar (como fiz) com frequência lá do Morro da Cruz. Que venham outros como este. E que o alto das torres do parque das antenas seja território exclusivo dos técnicos especializados para manutenção.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Sobre aquela "boquinha" esperta

Sempre fico incomodado com isso: ver estudantes e profissionais recém-chegados ao mercado que já tomam o perigoso caminho de descolar uma boquinha - em geral no serviço público - por critérios que não os mais legítimos (competência e merecimento). ´Tipo canto da sereia. Pior ainda quando jovens se deixam levar pelo tráfico de influência que vem de casa. Do pai, mãe, tio, tia, primo, enfim, alguém da família que mexe uns pauzinhos e encaixa o moço ou a moça num trabalho geralmente muito bem remunerado, mesmo que qualificação não seja a ideal para o cargo.

Sei que não falo de nenhuma novidade e que isso é normal - uma tradição, eu diria. Mas ainda assim é muito ruim ver gente topando esse caminho que no fim das contas é ilusório. Um dia acaba, mas antes que isso aconteça, o profissional já perde pontos com colegas que pensam assim como eu (aposto que são muitos). E por melhor que ele seja, fica difícil de confiar quando se sabe dos caminhos que o levaram até a posição anterior.

Se vale um conselho, em especial para os que estudando ou trabalham na área de comunicação e jornalismo, aí vai: apostem no próprio taco para se dar bem na profissão. Ser indicado ou lembrado por outros colegas porque faz bem seu trabalho ou porque tem uma trajetória na faculdade ou no mercado que mostrem iniciativa, ética, responsabilidade, entre outras qualidades, é muito melhor e mais gratificante que ser chamado porque um amigo do seu pai está num cargo e abriu , ou melhor, escancarou uma porta para você. Um dia ela se fecha.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

“Daqui do morro dá pra ver tão legal...”

Comecei hoje minha coluna no ND Online. Chama Mirante por razões óbvias: trabalhando o dia inteiro aqui no Morro da Cruz é impossível não pensar a respeito da cidade desde a subida pela Transcaieira até cada espiada na janela para ver o tempo, o trânsito, o pôr do Sol...

Vou escrever sobre Florianópolis. A ideia é levar para a coluna o que a gente conversa aqui na redação nos intervalos, no cafezinho, nas reuniões...E também nas redes sociais. A primeira tá no ar com a proposta de exercício coletivo de memória pra quem estava em Florianópolis em outubro de 2013. Passa lá e dia onde você estava no apagão de 2003?

Abaixo, algumas das fotos que compartilho no meu Instagram desde aqui do Morro da Cruz.









domingo, 8 de setembro de 2013

Lua e Vênus

Meus amigos ficaram olhando para o céu nesta noite de domingo para registrar o encontro da Lua com Vênus. Você viu? Das fotos que vi no Facebook e no Instagram, reproduzo abaixo as que foram feitas pela minha amiga Linete Martins.









Bônus

"A Lua e eu" (Cassiano)



"Venus" (Shocking Blue)

sábado, 6 de julho de 2013

Contrastenópolis



Estive no centro de Florianópolis hoje pela manhã e retornei para a casa com a sensaçao de que a minha cidade é um pedacinho de terra cercado de contrastes por todos os lados quando o assunto é preservação de sua memória e patrimônio histórico.

Há outros exemplos, mas cito dois que reparei hoje e que estão na foto acima.

Primeiro, notei que uma das torres da Igreja de São Francisco, que fica no Calçadão da Felipe Schmitd, o coração da cidade, está finalmente restaurada, pintada e até com o relógio funcionando. Ainda falta muito para a reforma da igreja ser concluída - a outra torre, por exemplo, ainda está refém de andaimes -, mas ver a torre hoje foi um alento diante da demora na conclusão da obra.

Mas, em seguida, quando cheguei na rua Nereu Ramos, onde havia estacionado meu carro, achei estranho aquele pedação de terreno vazio com um tapume escondendo toda a área e uma faixa dizendo que ali funciona um estacionamento. Lembrei que ali ficava um estacionamento pequeno e duas casas, sendo que uma era antiga - não tenho informações sobre data de construção, mas a arquitetura era antiga - onde ironicamente funcionava um antiquário.

Seguindo a dica do colega Upiara Boschi após comentar o assunto no Facebook, localizei uma imagem do local no Google Street View que mostra as casa e o antigo estacionamento.



Neste local, certamente surgira um novo prédio, assim como ocorreu com o Edifício Mussi, que também ficava na rua Nereu Ramos e que foi demolido em 2011 para dar lugar a um empreendimento de 14 andares - em construção. Construído em 1957, o Edifício Mussi era considerado um exemplo da arquitetura modernista em Florianópolis e um dos símbolos da verticalização da cidade.

sábado, 13 de abril de 2013

Na feira

Do Facebook da minha amiga Angelita Corrêa, reproduzo abaixo o diálogo que ela teve com um feirante durante a compra de um abacate.

- O que o senhor acha dele?
- Maduro, bonito, mas meio magoado.
- Alguém maltratou, né?
- As pessoas não respeitam, machucam, derrubam no chão até. É questão de tirar a parte ruim e aproveitar todo o restante.
- Vou arriscar, olhando por dentro pode estar bom.

Vai dar um belo guacamole. Com limão, cebola, tomate, pimenta e coentro, sei lá, pode ser que aquele pedaço “magoado” nem faça falta.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Para apertar o botão “refletir”

Além de tudo o que já foi dito sobre a tragédia na boate Kiss, em Santa Maria, era preciso também uma reflexão a respeito de como as redes sociais colocam as pessoas em verdadeiras encruzilhadas quando o assunto em questão tem a ver com perda, morte, tristeza. É disso o que trata o texto que o jornalista Bruno Volpato, que é um dos editores da equipe que trabalha comigo na redação online do Grupo RIC, publicou hoje no Laranjas News, o site de humor do qual ele é um dos fundadores, que recomendo e muito a leitura.

Eu receberia as piores notícias das teclas do seu computador

Sei tudo o que pensam meus amigos. Sei o que andam fazendo, como vão seus empregos e seus relacionamentos. Sei que filmes viram recentemente e a que shows irão nos próximos meses. Sei tudo isso, mas não me sento a uma mesa com quase nenhum deles para almoçar ou tomar uma cerveja há muito tempo, nem mesmo com aqueles que considero mais próximos. Devo agradecer ao Facebook por me manter informado sobre meus grandes amigos, já que não tenho tido tempo para encontrá-los? Provavelmente, mas não consigo curtir isso.

O botãozinho de “curtir” virou o último recurso – e talvez o mais pobre – da manutenção de relacionamentos. Descobrimos que um amigo está namorando ou que fez uma viagem para um lugar incrível e, ao curtirmos a foto ou vídeo postado sobre o fato, damos um sinal de que estamos cientes e felizes pela novidade. Fica por isso, no máximo repercutimos meses mais tarde, em um encontro fortuito, na linha do “e aquela sua foto lá em Paris, hein, que lugar”. E às vezes o amigo nem se lembra da foto, claro, um mero detalhe de um passeio inesquecível.

Nos tempos da falta de tempo, talvez devêssemos mesmo louvar o Facebook por ajudar-nos a compartilhar alegrias, conquistas e boas ideias. Mas e quando se trata da tristeza? Nas horas em que as pessoas sentem a necessidade de buscar apoio no silêncio das redes sociais, vemos a falta que o contato humano nos faz. É cada vez mais comum testemunharmos o luto de pessoas queridas, que muitas vezes nos comovem com frases e fotos lindas daqueles que as deixaram. O que fazemos? Curtimos, como se disséssemos “estou aqui, amigo”, quando na verdade não estamos.


Leia o texto completo, curta, mas principalmente, reflita a respeito.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Um pouco de paz, tranquilidade e sossego no Verão de Florianópolis

Retomando a atualização do Coluna Extra, compartilho duas fotos que tirei hoje na Costa de Dentro, praia no Sul da Ilha, em Florianópolis, e que mostram o começo e o fim do dia. Há, portanto, como ter paz, tranquilidade e sossego no movimentado Verão de Florianópolis. Basta escolher o lugar e o horário certos. :)

A primeira foto é das 7h20min, enquanto a segunda é das 20h.





sábado, 8 de dezembro de 2012

A aula do seo Vadinho

O convite veio do colega Dauro Veras: juntar uma turma no restaurante do seo Vadinho, na praia do Pântano do Sul, para uma noite de comilança tendo no cardápio pratos à base de lula. Convite feito, convite aceito por mim e mais umas 15 pessoas.

E além do cenário deslumbrante do final de tarde/começo de noite, da lula (à dorê, recheada, na tinta e no risoto...), da arraia desfiada e do filezinho à milanesa (o clássico do bar), tivemos ainda uma verdadeira aula do seo Vadinho sobre modo de vida e gestão de negócio.

Seo Vadinho nasceu no Pântano do Sul. Pescador, trabalhou muitos anos embarcado pela costa brasileira. Orgulha-se da vida que leva, do clima bucólico do lugar onde mora e do que proporciona à família. Não come pizza nem x-salada. Gosta de comer farinha de mandioca no café da manhã ou com melancia ou laranja. Mas gosta mesmo é do pirão de feijão.

E quando o assunto é comida, seo Vadinho não gosta de desperdício. Por isso, quando alguém faz uma reserva, ele quer saber o número exato de pessoas que vão ao restaurante não só para que não falte nem sobre comida, mas também para garantir a qualidade do que irá ser consumido. Ontem, por exemplo, preocupou-se para que nossos pratos à base de lula não esfriassem. “Se não vão dizer que está uma borracha”, brincou.

Seo Vadinho toca o restaurante com a ajuda da esposa e dos filhos. Sem letreiro na frente, o restaurante funciona numa casa com mais de 40 anos de construção à beira da praia do Pântano. Seo Vadinho diz que tudo o que é preparado vem dali mesmo, do mar do Pântano do Sul, o que faz do lugar um restaurante atípico em comparação a outros estabelecimentos de Florianópolis. “Uma senhora me ligou querendo reservar o restaurante para umas 40 pessoas e queria camarão no cardápio. Eu disse que não porque não está dando camarão aqui”.

Exemplo disso é que quem for hoje ao restaurante do seo Vadinho vai poder provar a viola desfiada porque ontem deu viola no Pântano do Sul. “É melhor que cação”, garante. E este é o grande barato do restaurante: você não pede o cardápio, mas sim pergunta para o seo Vadinho o que que tem hoje, além do clássico filezinho. Certamente, você será surpreendido na primeira garfada como muitos de nós fomos ontem à noite.


Bem-vindo ao Pântano do Sul

Enquanto seo Vadinho preparava os pratos, sobrou tempo para contemplar a paisagem deslumbrante do Pântano do Sul. Feio, não?



sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Fui “caçar” garapuvus

Inspirado pela reportagem do colega Edson Rosa, publicada no jornal Notícias do Dia do último fim de semana, aproveitei o feriado para ir ao Sul da Ilha de Santa Catarina “caçar” garapuvus. Foi uma tarefa fácil e prazerosa de ser executada. Os garapuvus realmente tomam conta da paisagem de Florianópolis nesta época do ano. Um bela cartão postal da natureza, que registrei nas fotos abaixo.

A primeira foto mostra um garapuvu reinando na Costa de Cima, localidade que fica depois da Costa de Dentro (a minha praia), na região do Pântano do Sul. Já a segunda foto foi tirada na rodovia Seu Chico - a SC 406 -, entre a praia da Armação e o Pântano do Sul.

As duas, além da paisagem realçada pelo garapuvu, têm em comum o fato de mostrarem uma Florianópolis rústica (obrigado pela definição, Carla :)), bucólica, que dá gosto de ver - ainda mais um manezinho da Ilha, como eu, que precisa disso para deixar o estresse a ver navios de vez em quando.





Se ainda não leu, a reportagem sobre os garapuvus está no Notícias do Dia Online.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Garapuvu tomando conta da paisagem

Nesta época do ano, a paisagem de Florianópolis ganha uma cor diferente por conta da floração amarelada do garapuvu, árvore-símbolo da cidade e que até o seu tombamento, em 1992, era matéria prima utilizada na construção de canoas. É esta relação do garapuvu com os canoeiros o tema da reportagem do colega Edson Rosa, com fotos de Débora Klempous, publicada na edição deste fim de semana do jornal Notícias do Dia. O texto é primoroso e os personagens com ótimas histórias para contar. Imperdível.

Leia a reportagem completa.



Aproveito para resgatar um texto do amigo Gustavo Cabral Vaz, publicado no blog coletivo +D1, justamente sobre o garapuvu. Gustavo é o que diz o texto dele: um caçador de garapuvu. Desde então, eu também não canso de caçar o amarelo na paisagem de Florianópolis. Segue o texto do Gustavo, publicado originalmente em dezembro de 2005:

O caçador de garapuvu
por Gustavo Cabral Vaz

A lembrança clássica do Verão para mim é o canto das cigarras, mas há outro acontecimento natural e sazonal do período que é marcante: o florescer dos garapuvus.

Na verdade, o fenômeno prenuncia a chegada do verão, já que começa em outubro, novembro. Chega essa época saio apontando garapuvus amarelos pela cidade, para aborrecimento das companhias mais assíduas.

Não é exclusividade minha, outros amigos têm o mesmo hábito, o que se explica pela quantidade de garapuvus em Floripa, cujos morros nessa época ficam salpicados de amarelo.

A árvore é o símbolo da cidade desde 92 - "e não a figueira, como todo mundo pensa", contou minha mulher para dois amigos avaianos, que nem responderam. Os garapuvus crescem rápido e são árvores imponentes, com grandes copas, que ficam totalmente floridas.

Difícil não sair apontando. Fui atrás de alguma informação no Google para dar sustança ao post:

- espécie nativa, é usada há séculos na confecção de canoas;

- aparece muito no litoral, da Bahia ao Rio Grande do Sul. É rara em florestas primárias;

- aqui ela floresce de outubro a dezembro, mas o período varia em outras regiões;

- o corte é restrito por lei. Detalhe: as raízes são profundas e causam poucos danos a muros e calçamentos, portanto é ideal para parques, jardins e ruas;

- os mineiros chamam de birosca e os cariocas de bandarra. Li isso por aí, não ponho a mão no fogo.

domingo, 7 de outubro de 2012

Dia cinza

Os dias de Sol e céu azul em Florianópolis são imbatíveis e fazem a fama da cidade lá fora. Mas a foto que fiz hoje à tarde em Santo Antônio de Lisboa - e publiquei no Instagram - confirma que a minha cidade, se me permitem a falta de modéstia, é bonita (e fotogênica) com qualquer tempo, com qualquer clima, com qualquer céu.

Este sim é um santinho bom para levar como cola na hora de escolher quem vai administrar a cidade...

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Post de comer e beber

A Kibelândia, um dos bares mais tradicionais de Florianópolis, onde se come o melhor kibe da cidade, ganhou um post ilustrado e apetitoso no site Destemperados, escrito pela designer gráfica Renata Diem. Em Kibelândia: Tradição boêmia no centro de Florianópolis, Renata diz que mesmo morando no centro da cidade e ouvido muito sobre o lugar, nunca tinha ido conhecer. “Dia desses resolvi matar a curiosidade e acabei indo duas vezes na mesma semana”, escreve. Eu, como frequentador da Kibelândia (estive lá ontem), sei bem como é. :)

Leia o resultado desta “expedição” da Renata no Destemperados.

domingo, 23 de setembro de 2012

Enquanto isso, no hemisfério Sul...

A Primavera chegou com dias de cinema em Florianópolis, especialmente o de ontem, quando fiz a foto abaixo na praia de Itaguaçu, um dos cartões postais na parte continental da cidade (pensa que só na Ilha é que tem lugar “estragado”?).



E enquanto fotografava, lembrei de imediato da música “Itaguaçu”, de Luiz Henrique Rosa (1938-1985), que como poucos soube cantar as coisas de Florianópolis. Para ele, morador de Itaguaçu, aquela era (ainda é) a “praia que namora o mar”. E a paixão de Luiz Henrique está bem evidente não só na música (uma das minhas preferidas no repertório dele), mas também no vídeo abaixo, gravado em 1981 nas pedras de Itaguaçu.




Mais sobre Luiz Henrique Rosa: www.luizhenrique.org.

No hemisfério Norte...

Um gif animado “estrelado” pelo Snoopy saúda a chegada do Outono (via LikeCool).


domingo, 16 de setembro de 2012

Dunas tomando conta da estrada

Fiz a foto abaixo no início da noite deste domingo, na estrada geral da praia da Joaquina. A areia das dunas se espalhou e tomou conta da estrada. No outro lado das dunas, na avenida das Rendeiras, na Lagoa da Conceição, a areia também avançou um pouco mais que o normal, mas não tanto quanto na Joaquina.



Do Google Maps, as dunas da Joaquina vistas do alto para quem não conhece ter uma noção do espaço ocupadas por elas na paisagem.


Exibir mapa ampliado

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Que cidade é essa?

A melhor estratégia para chegar muito bem na sexta-feira é lembrar na quinta-feira que a cidade onde você vive é de uma beleza sem par.

Os dois registros abaixo, postados quase que na mesma hora no Facebook por mim e pela minha amiga Linete Martins, mostram isso: a sexta não tem como dar errado em Florianópolis.



quarta-feira, 15 de agosto de 2012

“Muro publicitário”

Fiz o registro hoje pela manhã, na movimentada região do viaduto na Prainha, bairro de Florianópolis: o muro virou um “catálogo” de faixas com anúncios de serviços variados.

A poluição visual é impactante e faz pensar na falta de fiscalização dos órgãos públicos. Fiquei pensando se alguém está ganhando um trocado vendendo essa “mídia”, cobrando um valor pela colocação da faixa no muro.

Lembrei da poluída Página Milionária, criada por um inglês que vendeu “tijolinhos” do site até chegar a US$ 1 milhão. E chegou.

Alguma chance de aparecer um milionário com o muro publicitário da Prainha? Se depender da falta de fiscalização, quem sabe. :)

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Impossível não fotografar

Fiz uma viagem rápida hoje de Florianópolis até Itajaí e foi impossível resistir ao impulso de fotografar a Ponte Hercílio Luz na ida, no início da tarde com o céu azul, e na volta, com o pôr-de-Sol como cenário. Deve ser o costume, claro, mas é impressionante como, apesar de maltratada pelo poder público - “grande teta”, como dizem, com tantos recursos mal empregados em n projetos de restauração que já inventaram - a ponte “casa” com Florianópolis. É bonito de ver. Pena é que a “ponte velha” sirva apenas de cartão postal.





As duas fotos já estão no álbum coletivo que criei no Flickr em 2009 e que já soma mais de 550 fotos.

sábado, 16 de junho de 2012

Um mês de um serviço mal feito

No dia 30 de abril escrevi aqui no Coluna Extra que a rua onde eu moro estava na lista das que receberiam asfalto em substituição ao calçamento de paralelepípedo. Dia 16 de maio, há um mês, portanto, os funcionários da empreiteira responsável pela obra vieram aqui na Belizário Berto da Silveira e simplesmente cuspiram uma camada de (farelo) de asfalto sobre o paralelepípedo e ficou nisso. Não fizeram nenhum tipo de acabamento junto ao meio fio e aos bueiros. Não nivelaram a rua (meu carro arrasta a frente quando saio da garagem). Não pintaram faixa de pedestre na entrada da rua. Enfim, um serviço escroto, com o perdão da palavra, que as fotos abaixo ajudam a comprovar. Não havia necessidade de asfaltar a rua, como escrevi no post de 30 de abril, mas se a colocaram no pacote (eleitoral?), que pelo menos executassem o serviço direito e completo.