Coluna Extra: Marketing
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terça-feira, 12 de março de 2013

Keep calm e procure uma outra ideia, quem sabe

Fiquei na dúvida sobre a eficiência desse cartaz pendurado no mural do supermercado Hippo, aqui em Florianópolis. Usa um meme muito popular na internet (no Facebook, principalmente), mas tá mais pra bobo que pra moderno, ainda que o serviço oferecido seja um nicho diferenciado. O público-alvo é o adolescente, acostumado e curtidor deste tipo de linguagem, mas esse meme já perdeu o fôlego, a graça. Adolescente gosta é de novidade. O que acha? A divulgação do contato serviço vai de bônus.



Pessoal da Superinteressante explica a origem do Keep Calm.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Desacelera esse trem, sô

A publicidade mais uma vez recorre a um sucesso antigo para embalar um comercial de TV. Agora foi a vez da TIM com uma regravação de “Trem Azul”, de Lô Borges. Não entendi a proposta do comercial (parece que quer mostrar um novo posicionamento da marca...) e muito menos qual a razão para usar uma regravação mais acelerada, que tirou toda a mineirice sossegada da gravação original de Lô.

Assista ao comercial, mas faça como eu: prefira a versão original.





Sobre o uso de músicas velhas na publicidade:
Diretor de criação fala sobre uso de “músicas velhas” em comerciais

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Gelada Digital chega à décima-quinta edição

Nesta quinta-feira, dia 8, o Grupo Digital de Santa Catarina promove a 15ª edição do Gelada Digital, evento com entrada franca que tem o objetivo de reunir profissionais que atuam no mercado de internet para um momento de confraternização e networking.

Gosto muito da proposta do Grupo de somar ideias que favoreçam o crescimento do mercado. Acompanho algumas das discussões pelo Facebook, mas vou fazer minha estreia no Gelada desta quinta. E devo assumir em breve uma das diretorias do Grupo, a convite do seu presidente, Daniel Calmon, dono do site INfoesporte.

Se você está em Florianópolis e trabalha com mídia digital, está feito o convite:

Gelada Digital
8 de novembro
Bar Gato Mamado
20h
Entrada franca


Sobre o Grupo Digital

Fundado em dezembro de 2011 por jovens empresários locais, o Grupo que virou uma Associação (Grupo Digital de Santa Catarina), atua em várias frentes, entre elas: Universidades, Governo, Imprensa, Sebrae, Google, Startups, Agências Digitais e de Publicidade, entidades do mercado e outras.

Mais informações no site do Grupo: www.grupodigitalsc.com.br

domingo, 14 de outubro de 2012

Marketing no tom certo

Coloquei ontem minha foto “invasão britânica” - camiseta dos Beatles e fundo com as cores da bandeira do Reino Unido (azul, vermelho e branco) - como foto de perfil no Facebook e no Twitter e recebi um mensagem por e-mail sobre a abertura de uma loja aqui em Florianópolis, a Blackbird Store. E fiquei surpreso com a abordagem.

Surpreso positivamente. A ação passou longe de ser um spam ou uma mensagem indesejada. Devem ter visto minha foto e me identificaram como um cliente em potencial (quem sabe...), diferente de quem me manda convites para baladas sertanejas ou feijoadas com pagode - temas que não estão na minha pauta nem na minha lista de preferências.

O pessoal da Blackbird (aliás, nome de uma das clássicas dos Beatles) escreveu: “A loja, com sede na rua Padre Roma, vai oferecer camisetas de diversas marcas, com estampas cheias de estilo e originalidade. Quem gosta de música, cinema e cultura pop, e mais, gosta de andar por aí exibindo essas preferências, certamente vai se identificar com o perfil da loja”.

Como isso costuma ser raro - acertar no tom e no foco da mensagem - publico o flyer que mandaram junto com a mensagem para premiar a iniciativa.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Trocadilho animal

Nada melhor que uma boa dose de humor para começar a semana. Passeando de carro por Florianópolis encontrei um legítimo #bottomdemarketing: o consultório veterinário Cacupatas, um trocadilho animal com Cacupé, o bairro onde está instalada. Espirituoso e divertido a exemplo dos concorrentes AuQueMia e Cão de Ló.



terça-feira, 2 de outubro de 2012

Música recauchutada para virar jingle

Está no ar mais um comercial de TV que recorre a uma música velha como jingle. Desta vez foi a Toyota que escolhe a clássica “As curvas da estrada de Santos”, de Roberto e Erasmo, para embalar o lançamento do Etios, o novo carro da montadora japonesa.

E para dar um gás ao comercial, a Toyota formou uma banda de peso para regravar a música e darem uma banda de Etios. Participam da banda Samuel Rosa (Skank), Pitty, Tony Belloto (Titãs), Marcelo Bonfá (Legião Urbana) e PJ (Jota Quest). Ficou bacana, como você assiste abaixo (se ainda não viu na TV).



No arquivo

Em 2010, a GM formou também uma banda de peso, com Frejat, Edgard Scandurra e os irmãos Busic (Dr. Sin), para uma regravação acelerada de “É no silêncio de um Chevrolet”, jingle clássico de Zé Rodrix, embalar o lançamento do novo Camaro. Sai mais em Zé Rodrix acelerado.

domingo, 16 de setembro de 2012

Ponte marcada

Mais do que um cartão postal, a Ponte Hercílio Luz também é um elemento gráfico recorrente em peças promocionais de produtos e eventos que desejam criar ou reforçar o vínculo com Florianópolis. E é tanta Hercílio Luz espalhada por aí, nem sempre usada com criatividade e com o devido apuro estético, que Audrey Schmitz Schveitzer, diretora de arte da agência Quórum, resolveu reunir uma coleção de peças com a ponte num único endereço, o pontemarcada.tumblr.com.

No Facebook, a Audrey explicou porque decidiu criar a coleção:

Hoje (quinta, dia 13), numa espécie de acesso de fúria, criei finalmente o Ponte Marcada, um Tumblr pra colecionar as centenas de marcas de eventos, empresas e produtos que utilizam a Ponte Hercílio Luz como símbolo. Se isso te incomoda, se você não aguenta mais, se você já precisou criar uma marca com a ponte, se você acha tudo isso muito lindo, dá uma olhada.



A coleção da Audrey já soma quase 100 peças e ela também recebe colaborações pela e-mail pontemarcada@gmail.com.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Qual é a sua “canção”?

Estou terminando a leitura de A sabedoria dos Beatles nos negócios, livro que juntou um estudioso beatlemaníano e um especialista em gestão para mostrar que é possível extrair boas ideias da trajetória de John, Paul, George e Ringo e aplicá-las no dia a dia de uma empresa. Pode parecer viagem, mas eu pessoal e profissionalmente gosto muito desse tipo de abordagem. Ajuda a fixar conceitos que nos livros técnicos soam quase sempre enfadonhos e pouco animadores.

Com os Beatles de inspiração, é outra coisa. :)

E dos capítulos todos do livro, o que trata de fluxo de receitas é que me parece mais desafiador. Os autores Richard Courtney e George Cassidy fazem um apanhado de como o dinheiro entrava no caixa da banda e no bolso de cada beatle. E destacam que Lennon e McCartney, como compositores principais da banda, tinham uma remuneração a mais e ainda conseguiam um adicional por conta das regravações, explorando o talento para compor. “Yesterday” é o maior exemplo, como a música mais regravada da história. “Something”, de George Harrison, não fica atrás em termos de gravações de terceiros e, por tabela, de retorno financeiro.

Neste contexto, os autores sugerem que “se você tiver um produto de sucesso, pense nele como uma canção. Os Beatles, à sua maneira, eram fabricantes de equipamentos para terceiros, fornecendo produtos para serem vendidos sob várias marcas das empresas compradoras no varejo. Suas canções (sejam originais ou cantadas por outros artistas) eram eventualmente embutidas em veículos de mais amplo alcance, como filmes para o cinema e para a televisão. Dessa maneira, eram lançados em mercados maiores e diferentes do que poderiam atingir por sua própria conta”.

Com esta argumentação toda, Courtney e Cassidy encerram o com duas perguntas provocativas:

1) Qual é a sua “canção”?

2) E quantas maneiras diferentes você consegue pensar em ser pago por ela?


A minha é “canção” conteúdo para internet (em tom maior), remunerado pela produção e edição de conteúdo, pela criação e gestão de projetos online, pela concepção de estratégias de uso de redes sociais, pelas palestras, por aulas...e por outras maneiras que estou listando, inspirado no que propõe o livro.

E você, já sabe qual é a sua “canção”?

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

“Muro publicitário”

Fiz o registro hoje pela manhã, na movimentada região do viaduto na Prainha, bairro de Florianópolis: o muro virou um “catálogo” de faixas com anúncios de serviços variados.

A poluição visual é impactante e faz pensar na falta de fiscalização dos órgãos públicos. Fiquei pensando se alguém está ganhando um trocado vendendo essa “mídia”, cobrando um valor pela colocação da faixa no muro.

Lembrei da poluída Página Milionária, criada por um inglês que vendeu “tijolinhos” do site até chegar a US$ 1 milhão. E chegou.

Alguma chance de aparecer um milionário com o muro publicitário da Prainha? Se depender da falta de fiscalização, quem sabe. :)

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Saldo do Digitalks em Florianópolis

No último dia 12, profissionais de comunicação e marketing de várias áreas de atuação lotaram um dos auditórios do Centro Sul para a edição 2012 do Fórum Digital Florianópolis promovido pelo Digitalks. Das palestras e debates que aconteceram durante todo o dia, destaco a de abertura, com Ari Meneghini, diretor-executivo do IAB Brasil, que apontou indicadores e tendências da internet brasileira. No slide abaixo, os números e informações apresentados por Meneghini.



Sobre o Digitalks em Florianópolis, leia também a cobertura feita pelo TI SC.

Indicadores de internet e consumo moderno de mídia

Monitoramento de marcas na internet

Tendências para e-commerce

Content marketing e otimização de busca

quinta-feira, 29 de março de 2012

Lançado volume 2 do ebook “Para entender as Mídias Sociais”

Já está disponível para download e para leitura na internet o segundo volume do ebook gratuito Para entender as Mídias Sociais. Organizado pela jornalista Ana Brambilla, o Para entender... desta vez conta com a colaboração de 38 autores que abordam temas como engajamento, jornalismo, comunicação digital, marketing colaborativo, memes, webwriting, mobilização e protestos na rede, entre outros. “Gente do mercado e da academia se uniu para dividir experiências reais e visões analíticas desse fenômeno que já mostrou não ser apenas mais uma onda”, escreve Ana Brambilla na apresentação do ebook. Segundo ela, o objetivo do ebook é estimular o debate sobre alguns temas relevantes para quem estuda ou começa a trabalhar com mídias sociais.

Para entender as Mídias Sociais está disponível para leitura e download nos sites 4shared, Slideshare e Issuu. Se preferir, clique na capa abaixo para ler o livro.


Saiba mais sobre o volume um de Para entender as Mídias Sociais.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Livro reúne artigos sobre monitoramento de mídias sociais

Depois de Para entender as Mídias Sociais, lançado no ano passado, e-book chega para facilitar a vida de quem já trabalha ou pretende trabalhar com ferramentas como Twitter, Facebook, Google Plus, Ork... (como é mesmo o nome?). Trata-se de Para entender o monitoramento de Mídias Sociais, organizado pelo pesquisador, professor e analista de comunicação digital e marketing Tarcízio Silva e que reúne artigos de 27 profissionais e pesquisadores da área, entre analistas, coordenadores e diretores de agências e departamentos de mídias sociais, desenvolvedores de ferramentas e softwares, professores, pesquisadores acadêmicos e gerentes de marketing e comunicação de grandes empresas. Entre os temas abordados no livro estão reputação digital, análise de sentimento, SAC virtual, relevância, mensuração, gestão de crises, geolocalização, conteúdo, gestão do conhecimento, entre outros.

Para entender o Monitoramento de Mídias Sociais está disponível para leitura e download no Slideshare.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Curtir e cuidar

O amigo Rogério Kiefer, da AllPress Comunicação, esteve em Porto Alegre no final de 2011 e de lá mandou as duas fotos abaixo que mostram que a prefeitura da capital gaúcha buscou no Facebook a inspiração para conscientizar a população sobre a importância de manter a cidade limpa. Boa iniciativa. Bom uso de um elemento pop por um motivo nobre. Não sei se o Facebook curte muito o uso de suas criações por terceiros, como o sinal de positivo, mas ficou interessante a ação também por adicionar o “Eu cuido” ao “Eu curto”.



Cadê?

Na fila para casa, fiquei por um bom tempo atrás do ônibus da foto abaixo. Tive tempo de observar com atenção o anúncio na traseira. Li a mensagem e fiquei procurando a inovação citada no texto. Onde está? Nas crianças usando hidrocor? Pendrive é inovação ou está ali para fazer par visual com penal? Faltou alguma coisa para ilustrar melhor a mensagem que o anúncio pretende compartilhar.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

O negócio é se inspirar nos Beatles

Os Beatles lendo o Financial Times na capa de um livro que, na livraria, fica posicionado longe da prateleira de música e perto, muito perto, de autores clássicos da área de gestão e negócios. A sabedoria dos Beatles nos negócios - O que a maior banda de rock de todos os tempos pode ensinar sobre estratégia e liderança, lançamento 2012 da editora Elsevier/Campus, causa um certo espanto, mas é isso aí: dá para extrair dicas interessante para gerenciar um negócio a partir de uma análise em cima da trajetória de uma banda. E no caso dos Beatles, mesmo com a barca furada da criação da própria gravadora, a Apple, dá para se inspirar pelo lado do marketing também e não apenas no sentido musical. Estratégias para produtos como Rock Band ou a venda de músicas no iTunes são prova disso.

Sobre o livro, diz o release:

Este livro é construído de forma muito dinâmica, capítulos curtos, boas idéias, prático e até mesmo divertido. Não se trata apenas de um ótimo complemento para qualquer estante dos fãs dos Beatles. É também uma excelente leitura para qualquer empresário que busca realizar bons negócios.

Os capítulos contém lições muito importantes sobre gestão dos negócios e da história dos Beatles. Trata-se de uma série de vinhetas curtas, onde um ponto da história dos Beatles é mencionado seguido por uma descrição das conseqüências de negócios e que os outros podem aprender com ele. As histórias abrangem o sucesso da banda, bem como a separação e suas causas. Cada um dos itens são de extrema relevância para diferentes tipos de negócios.

Como um livro sobre os Beatles, ele fornece as pepitas da verdade da carreira dos Beatles do começo ao fim, de como eles se uniram para se tornar um sucesso.


Não comprei o livro (ainda). Fiquei tentado não só pelos Beatles, mas porque gosto de abordagens deste tipo no segmento de economia e negócios, no qual trabalhei por quase 15 anos. É um exercício interessante para o editor e para o repórter extrair conteúdo relevante para empreendedores a partir de histórias que, a princípio, passam longe do universo empresarial. Para o leitor, uma forma divertida de aprender algo de útil sem encarar um texto maçante, com todo aquele jargão técnico.

Em 2000, produzi algo deste tipo para a revista Jovem Empreendedor. Entrevistei o John, do Pato Fu, para mostra elementos da banda que poderiam fazer a diferença na gestão de um negócio. O mote era destacar características como inovação e criatividade, que o Pato Fu tem até hoje.

Abri a reportagem assim:

A banda mineira Pato Fu, mesmo tendo sua própria produtora, não é uma empresa na concepção da palavra. Mas é como se fosse, já que na trajetória de Fernanda Takai, John Daniel, Ricardo Koctus e Xande Tamietti é possível enumerar muitos elementos típicos de qualquer negócio, como autogestão, criatividade, tecnologia, trabalho de equipe, entre outros. No entanto, seria uma comparação fácil de se fazer, não fosse por um pequeno detalhe: o Pato Fu produz música com humor e poesia, que, como toda manifestação artística, depende (e muito) de critérios subjetivos e está sujeita a todo tipo de crítica. Tanto é assim que, no início, a banda acabou sendo rotulada, de forma pejorativa, como “esquisita”, “engraçadinha” ou ainda “cópia dos Mutantes”. Ou seja, o Pato Fu tinha tudo para dar errado. Mas não deu.

Quer ler o texto completo? Quero.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Florianópolis recebe projeto Ray-Ban Couch Sessions on the Road

Lenzi Brothers e Cassim & Barbária, duas das principais bandas do rock catarinense, estão entre as atrações do Ray-Ban Couch Session on the Road que estaciona sua Kombi (e sofá) em Florianópolis neste final de semana. Lenzi Brothers toca no sábado à noite, no Centrinho da Lagoa, enquanto Cassim & Barbária faz seu show no domingo durante o dia, na Praia Mole.

Antes de Florianópolis, o projeto passou pelo Rio de Janeiro e na sequência segue para as cidades de São Paulo, Maresias (SP) e Salvador. O Ray-Ban Couch Session on the Road é uma ação de marketing da fabricante de óculos Ray-Ban e é uma extensão de outro projeto musical desenvolvido pela empresa, o Ray-Ban Studio, site que abre espaço para bandas independentes de todo o Brasil.

Sábado, dia 10
Lenzi Brothers (www.lenzibrothers.com.br)
DJs André Sakr e Ale Oliveira
Centrinho da Lagoa da Conceição
Das 20h as 01h

Domingo, dia 11
Cassim & Barbária (www.myspace.com/cassimf)
DJs André Sakr e Ale Oliveira
Barraco da Mole, na Praia Mole
Das 10h as 16h

Assista vídeos das bandas no Rock SC: Lenzi Brothers e Cassim & Barbária.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Botão de “curtir” no pacote de biscoito leva consumidor para o Facebook?

A publicidade descobriu o botão de “curtir” do Facebook e agora já nem causa tanta surpresa encontrar o mundialmente famoso ícone de positivo em peças fora da internet. Ainda assim, não deixa de ser curioso encontrar um “curtir” numa embalagem, como no caso dos biscoitos Club Social, sem qualquer vínculo com uma ação especial ou uma promoção específica. Na embalagem do Club Social, o endereço do site está no verso, junto com as informações nutricionais do produto. Na frente, o botão com “curtir” e o botão, além do endereço da fanpage do Club Social. Minha dúvida é a que está no título: botão de “curtir” no pacote de biscoito leva consumidor para o Facebook?



Sobre o Facebook na publicidade leia também o post Curtindo adoidado.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Google presta homenagem a Steve Jobs em sua página de busca

Não há um doodle na página de busca do Google em homenagem a Steve Jobs, que morreu hoje, aos 56 anos, em decorrência de um câncer no pâncreas. Numa ação inédita, o Google, abaixo de sua logomarca, colocou o nome do fundador da Apple, linkado para o site da empresa, onde há uma bela homenagem a Jobs. Simples e eficiente.



Sobre Jobs, reconhecido pelo espírito criativo e inovador, mas também pela forma pouco educada com que tratou seus funcionários na maior parte do tempo, recomendo a leitura de Odisséia, do executivo americano John Sculley. Famoso por ter comandando a Pepsi quando a empresa conseguiu ultrapassar a Coca-Cola nos Estados Unidos pela primeira vez, Sculley demitiu Jobs em 1985, por pressões financeiras e disputas internas. No livro, ele conta em detalhes como foi sua relação com o fundador da Apple, do início, em 1983, de uma parceria que parecia promissora e que terminou em demissão.

Outra recomendação é o filme Piratas do Vale do Silício, que conta a história de Steve Jobs e de Bill Gates, destacando o início de suas milionárias empresas. Você irá ter certeza (especialmente quem assistiu A rede social) que não é de hoje que santo não tem vez no concorrido mercado de informática. Assista ao filme (está disposível no YouTube; organizei um playlist).

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Redes sociais para empresários

A edição de setembro-outubro da revista O Empresário, de Florianópolis, traz como destaque uma reportagem apontando erros e acertos no uso das redes sociais por empresas. Fui um dos entrevistados pelo colega Mateus Boing e nas minhas aspas lembro que as empresas precisam estar cientes que rede social é conversa de mão dupla. Tem que falar, ouvir e interagir. E ainda: a conversa nas redes sociais é uma conversa pública. Respondendo ou deixando de responder, há sempre o risco de críticas ou de comentários nem sempre positivos. A reportagem completa já está disponível no site da revista.

E além da reportagem de capa, o uso da redes sociais também é tema da entrevista com a jornalista e especialista em redes sociais, Vanessa Aguiar, coordenadora acadêmica da Clear Educação, empresa de capacitação e treinamento com sede em Florianópolis. Na entrevista, Vanessa aponta a importância do planejamento estratégico para a execução de um trabalho nas redes sociais.
O Empresário - Como as empresas podem aproveitar as mídias sociais e quais os riscos e benefícios dessa adesão?

Vanessa Aguiar - As mídias sociais são um cenário riquíssimo para as empresas, pois criaram possibilidades em diversas áreas: pesquisa, vendas, desenvolvimento de produtos e serviços, atendimento ao cliente. Há uma máxima que diz: na era da conectividade, não venda, ajude a comprar. O consumidor pesquisa, opina, debate, critica, elo- gia. Ele tem voz, participa e as marcas e empresas precisam fazer parte dessa conversa. As mídias sociais podem ser aproveitadas pelas empresas de diversas ma- neiras: conversar e interagir com os consumidores, monitorar o que se fala sobre a empresa e seus concor- rentes, inovar ao pesquisar sobre produtos e serviços, gerar conteúdos relevantes para sua empresa, atender seus clientes, alavancar as vendas, as possibilidades são infinitas! O cuidado principal que se deve ter é pensar e estruturar a atuação da sua empresa nas redes antes de sair criando perfis que podem morrer rápido por falta de planejamento e estrutura. Considero a falta de pla- nejamento o risco principal para empresas que atuam ou querem atuar na internet e mídias sociais. É preciso entender os motivos que fazem a internet e as redes sociais importantes para seu negócio. O trabalho nas redes sociais é construído todos os dias, passo a pas- so. Costumo dizer que é um trabalho de formiguinha. Um seguidor, dois, três, cem, mil, o céu é o limite! Mas, tudo deve iniciar com um planejamento estratégico e foco bem definido. O principal benefício é sua marca de portas abertas para o mundo, 24h por dia, sete dias por semana, 365 dias por ano, numa escala global e com uma troca de informações numa ve- locidade nunca antes vis- ta, o que possibilita uma fonte inesgotável para pesquisa, conhecimento, vendas, inovação e principalmente: relacionamento com seus clientes, consumidores, prospects e toda cadeia de stakeholders.

Leia a entrevista completa no site da revista O Empresário.

sábado, 3 de setembro de 2011

Uma conversa sobre rotina de trabalho com mídias sociais

Estive ontem à noite na UFSC participando como palestrante do Seminário Avançado da pós-graduação em Gestão da Comunicação Pública e Empresarial para falar sobre a rotina de trabalho com mídias sociais. Foram quase 2h de conversa com uma turma formada em sua maioria por colegas jornalistas, mas que incluía também publicitários, designers, relações-públicas e administradores.

Como mostra o roteiro no slideshow abaixo, fiz uma apresentação baseada em dicas de melhores práticas e melhores ferramentas de gestão e produção de conteúdo para mídias sociais, além levantar algumas provocações como a utilidade do Orkut e chamar atenção para novidades como o Storify.

A pós-graduação Gestão da Comunicação Pública e Empresarial é uma iniciativa da Universidade Tuiuti, em convênio com o Instituto Superior de Comunicação (ISCOM) e apoio da Associação Catarinense de Imprensa (ACI).

Comunicação Digital - Rotina de trabalho com mídias sociais