Coluna Extra: Esporte
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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Para quem gosta de Fórmula 1

Gif animado que pesquei no LikeCool mostra a evolução do carro de Fórmula 1 desde 1950 até hoje. Só faltou o comentário do Galvão em loop. :)

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Ideia zicada?

A revista Veja recorreu ao remake de um clássico do jornalismo brasileiro para ilustrar a capa do seu guia dos Jogos Olímpicos de Londres: colocou um chapéu de guarda real em Neymar, a exemplo do que a revista Realidade havia feito com Pelé em sua primeira edição, lançada em abril de 1966.

O gancho de Realidade foi a Copa de 1996, disputada também na Inglaterra, e que acabou em fiasco da Seleção Brasileira e roubada para Pelé, que acabou sofrendo um rompimento muscular e jogando muito pouco. Quase nada.

Agora, com Neymar, o gancho é a expectativa pela primeira medalha do futebol em Olimpíada, que, se vier, servirá para provar que a ideia da capa não é assim tão zicada. Não bastasse Pelé, em 2008, a mesma ideia foi usada pela revista Placar, quando da ida do Luiz Felipe Scolari para o Chelsea, o que se revelou um desastre na carreira do técnico, diferente do que previa a manchete. Foram apenas 233 dias de trabalho no clube inglês até a demissão no dia 9 de fevereiro de 2009.

Depois de Pelé e de Felipão, Neymar será a próxima vítima da maldição da capa do chapéu da guarda real? :)



domingo, 11 de setembro de 2011

Até Londres

Com a vitória de 83 a 76 sobre a República Dominicana, em jogo válido pela Copa América de basquete, o Brasil carimbou sua vaga nos Jogos Olímpicos de Londres 2012. Foram 15 anos de jejum desde a última participação do basquete brasileiro em uma Olimpíada, a de Sidney, na Austrália Atlanta, nos Estados Unidos, em 1996 (corrigido pelo leitor Luís).

No embalo da conquista do Brasil, fui conferir a quantas anda o projeto The Beatles Complete On Ukulele, que justamente até a Olimpíada de Londres 2012 irá reunir regravações com ukulele das 185 músicas compostas pelos Beatles. Já são 138 músicas regravadas. E que grata surpresa tive ao ouvir a regravação mais recente do projeto: uma versão em francês para “I call your name”, criação de Les Chaud Lapins.

Ouça.



O projeto The Beatles Complete On Ukulele, criação dos produtores Roger Greenawalt e David Barratt, começou em janeiro de 2009 e termina no dia 24 de julho de 2012, véspera da abertura da Olimpíada de Londres, com “Something”, regravada por Paul McCartney. No player abaixo, você ouve todo o repertório do projeto, atualizado toda terça-feira. É só apertar o play e se curtir as regravações criativas e até surpreendentes dos clássicos dos Beatles.



O projeto começou com uma página no blog e atualmente pode ser acessado em dois endereços na internet:

www.thebeatlescompleteonukulele.com

www.thebeatlescompleteonukulele.podbean.com

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Na onda dos blogs como fonte...

Além de abastecer quase que diariamente o Datasurfe com dados dos principais torneios do surfe mundial, meu amigo Gustavo Cabral Vaz também tem publicado textos usando como principais fontes...as informações que ele mesmo vêm reunindo e postando desde 2006. Há duas semanas, com base nos dados do Datasurfe, Gustavo fez um post apontando os cinco brasileiros com melhor desempenho na tour mundial do surfe. Nesta quinta-feira, também baseado nas estatísticas disponíveis no próprio blog, ele publicou um levantamento, inédito, com o desempenho de Kelly Slater nas quinze temporadas disputadas pelo norte-americano, atual eneacampeão mundial de surfe. Antes, Gustavo havia publicado o post Números do Slater no WCT.

O que o Gustavo vem fazendo é mais um exemplo de como um blog pode servir de fonte para pautas diferenciadas. Ele “surfa” pelo conteúdo do Datasurfe e identifica o que é mais interessante, factual, curioso, algo que outros repórteres - citando a fonte, obviamente -, de qualquer mídia e de qualquer tipo de veículo (especializado em surfe ou não) também poderiam fazer, se tivessem o hábito de navegar. Por enquanto, só bóiam.

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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Paródia de Lost no intervalo do Super Bowl

Vitória inédita do New Orleans Saints no Super Bowl, show cheio de efeitos visuais do The Who e enxurrada de fotos e tweets com a tag #SB44 (também exibidas de um jeito diferente na página especial para fãs no endereço www.nfl.com/sb44). E como sempre, a noite de Super Bowl na TV americana também foi dos tradicionais comerciais especialmente produzidos para a ocasião. É o caso da Budweiser, que pegou carona na estréia da sexta e última temporada de Lost e fez uma paródia da série para anunciar a cerveja Bud Light. Este foi um dos comerciais exibidos pela marca, que comprou o maior fatia comercial do intervalo (5min).

Assista ao comercial-paródia de Lost.



Sobre os comerciais exibidos no intervalo do Super Bowl, leia este post (em inglês).

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sábado, 6 de fevereiro de 2010

Super Bowl wizard

Neste domingo, fãs do futebol americano em todo o mundo vão colar em frente à TV para acompanhar o Super Bowl, um dos eventos esportivos mais populares e lucrativos dos Estados Unidos e que neste ano será disputado entre o Indianapolis Colts e o New Orleans Saints. No Brasil, o jogo será transmitido pela ESPN e a cobertura da equipe que o canal enviou para Miami está disponível no endereço http://espnbrasil.terra.com.br/nfl.

Mesmo para quem não entende as regras do futebol americano - meu caso -, o Super Bowl é sempre um programa interessante de acompanhar, ainda mais o deste ano que terá show do The Who no intervalo da partida. E The Who até em versão mini-acústico, como o que rolou na entrevista coletiva oficial do evento na última quinta-feira, não dá para desperdiçar. Recortei o trecho do mini-acústico em que Roger Daltrey e Pete Townshend tocam “Pinbal Wizard”. Assista.



E no Super Bowl, o The Who lança a versão remix do clássico “My Generation”, produzida por will.i.am, do Black Eyed Peas, com participação de Slash, ex-guitarrista do Guns’n’Roses. Detalhes no site do The Who.

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Revista ESPN chega às bancas nesta terça-feira

Em parceria com a Spring Editora, a mesma que faz a Rolling Stone Brasil, os canais ESPN lançam a revista ESPN neste terça-feira, seguindo o exemplo da matriz americana que publica a ESPN The Magazine nos Estados Unidos e no México. A edição brasileira, que estreia com Pelé na capa (em duas versões) chega com tiragem inicial de 50 mil exemplares, periodicidade mensal e circulação nacional. “O nosso objetivo é fazer uma revista que trate da cultura do esporte, e que aborde temas muito mais amplos do que simplesmente um jogo de futebol, por exemplo”, disse jornalista Caio Maia, diretor de redação da revista, durante o programa Bate-Bola, na ESPN Brasil.

A primeira edição, além de um amplo perfil de Pelé, traz uma entrevista exclusiva com o presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Beluzzo, que ganhou as manchetes nesta segunda-feira com declarações contuntentes contra o árbitro Carlos Simon depois do gol mal anulado de Obina no jogo contra o Fluminense. ESPN também trará colunas com os principais nomes dos canais ESPN, como José Trajano, Paulo Vinícius Coelho e Mauro Cezar Pereira.

A grande expectativa é saber se a revista, mesmo com o suporte da matriz e de uma editora experiente neste tipo de produto (versão brasileira para publicação consagrada no exterior) vai conseguir superar a máxima de que revista de esporte não vinga no país no Brasil (as idas e vindas da Placar e até a criação do jornal Placar são relexivos desta contradição do mercado). Eu acredito num bom desempenho da revista especialmente pelo perfil dos telespectadores dos canais ESPN, tão participativos e fiés que são chamados de “fãs do esporte” e não de assinantes, como no SporTV. E por falar na concorrência, a chegada a revista ESPN levanta outra questão: depois de alguns ensaios - como o lançamento do Guia do Brasileirão - a Globo/Editora Globo vai lançar a revista Globo Esporte para não ficar para trás em relação ao seu principal concorrente na mídia eletrônica? Por enquanto, boa sorte para a revista ESPN (e se chegar nas bandas de Florianópolis, escrevo mais a respeito assim que comprar).

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domingo, 16 de agosto de 2009

Sebo nas canelas

Depois dos 9s58 nos 100m rasos, o ligeirinho Usain Bolt passeia na charge do Frank (@frankmaia) para a edição desta segunda-feira no jornal A Notícia.



E o pessoal do SporTV, que acompanha o Mundial de Atletismo em Berlim, entrou no espírito do Bolt e se divertiu à beça durante a prova. Assista ao vídeo e ouça as risadas dos comentaristas durante a narração de Luiz Carlos Jr..



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domingo, 22 de julho de 2007

Algumas notas sobre o PAN

  • A Record foi a única emissora que mostrou em detalhes, com uma câmera exclusiva, a confusão na final do handebol entre Brasil e Argentina. As demais emissoras ficaram com a transmissão oficial que trocou as imagens do rolo na quadra por imagens da torcida.

  • Aliás, o handebol subiu no meu conceito. De longe, nos tempos de escola, sempre foi um dos esportes mais chatos, ainda mais quando era grande a fissura por jogar um futebolzinho entre uma aula de matemática e uma de física. Mas concordo com o que disse o narrador Luciano Valle, da Band, funciona bem na TV pela agilidade do jogo (é literalmente lá e cá).

  • Essa “rivalidade” entre Brasil e Cub, criada a partir da derrota do vôlei feminino, extrapolou em alguns momentos nas declarações de atletas de outros esportes e no tom da cobertura da imprensa (que começou no dia seguinte, como nesta manchete da newsletter do Globo Online: “Tem que aturar: Cuba leva o ouro no vôlei”; tem que aturar?).

  • Casquinha: em quais modalidades os principais “cartolas” do esporte brasileiro já apareceram e em quais vão aparecer para fazer a entrega de medalhas?

  • Comentarista de ofício é figura rara nas transmissões do PAN. As emissoras (Globo, Record, Band e dos canais Sportv; não tenho a ESPN Brasil no meu pacote da Net) recrutaram ex-atletas como convidados/comentaristas. Muitos demonstram conhecimento e desenvoltura para exercer a função. Mas alguns se perdem pela proximidade com atletas e equipes (numa disputa do judô um convidado do Sportv soltou essa: “Ele é meu padrinho de casamento”). Não é o caso de cobrar isenção, algo quase impossível em transmissões esportivas. Mas a transmissão fica melhor quando até mesmo o comentarista-convidado prioriza análise e informação.

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  • segunda-feira, 16 de agosto de 2004

    É esse, é esse...

    Em estádio de futebol tem muito disso: se a torcida não vai com a cara de um determinado jogador começa a gritar “é esse, é esse” como se essa fosse a senha para que o time da casa chegue mais firme na marcação.
    Do que vi até agora na Olimpíada de Atenas, num primeiro momento, o “é esse, é esse” deveria ser direcionado para o nadador norte-americano Michael Phelps. Arrogante demais com a frustrada tentativa de conquistar 8 medalhas de ouro e embolsar US$ 1 milhão (o desespero dele na derrota da equipe dos Estados Unidos na primeira prova revezamento foi o que motivou aquele comentário anterior no qual perguntei se o importante era mesmo competir).
    Mas vendo o desempenho brasileiro nessa primeira semana de jogos cheguei a conclusão que quem merece ouvir os gritos de “é esse, é esse” é o presidente do Comitê Olimpíco Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman. Nos últimos anos, ele se mostrou mais interessado nessas idéias descabidas de promover Jogos Panamericanos e Olimpíada no Rio de Janeiro do que mostrar efetivamente uma política eficaz para o desenvolvimento do esporte brasileiro. Se tem, os “resultados não estão aí para comprovar”.
    O judô, por exemplo, que deu as duas medalhas que o Brasil tem no momento, poderia ter resultados melhores com um pouco mais de apoio (é triste ver que um atleta precisou fazer uma rifa para poder participar dos jogos...). E a natação está parecendo o tênis: termina a era Gustavo Borges, Fernando Scherer (que ainda não nadou), Rogério Romero e quem vem depois? Cadê o fruto de um trabalho de base?
    Da mesma forma, pela falta de uma cultura esportiva séria, Daiane dos Santos pode entrar para a história como um chuva de verão, tipo “houve uma vez no Brasil uma campeã mundial de ginástica olímpica”. A questão aqui não é nem ser o melhor. É ser competitivo, especialmente nos esportes individuais.

    Sobre Olimpíada

    O importante é mesmo competir?